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30 de janeiro de 2014

Quem inventou o "dia da saudade" é um completo retardado mental

Eu olho pras minhas fotos antigas, leio meus textos antigos e eu me lembro de quem eu era. E eu sinto falta.
De mim, mas também da época. Das pessoas daquela época.

Sinto falta de como era fácil.

Eu passei o ano passado inteiro desejando poder voltar no tempo. Mas acho que tá na hora de encarar a realidade: eu não posso voltar no tempo.

POW BAM WOW EXPLOSÕES TAPA NA CARA DA SOCIEDADE DEAL WITH IT BITCHES

Então o que eu faço? Se eu não poso voltar no tempo, não posso viver de lembranças. E também não posso trazer o passado para o presente porque as coisas mudaram e nunca, nunca serão as mesmas novamente.

“Podemos fazer melhor”. Será? Eu estou tentando, mas não é assim tão fácil.

Deixar no passado é difícil. É muito difícil não desejar que aquele tempo volte. Mas não vai voltar. Não tem como. Então, está tudo bem desejar que volte, mas não está tudo bem viver nesse desejo. 

Eu preciso dar uma de motivadora e andar pra frente. Um passo de cada vez, pode até ser passinhos de bebê. Tá tudo bem, desde que sejam pra frente. Eu vou dar passos pra frente agora. E vai ficar tudo bem. 

Eu vou melhorar. 

Deixar o passado no passado e viver o presente e sonhar com o futuro e dar o meu melhor pra atingir o futuro sonhado. E eu sou louca o suficiente pra acreditar que eu consigo fazer isso. E eu sei que sou capaz. Então eu farei. 

E o objetivo desse ano será cumprido: Gostar da vida. 

Então hoje, dia 30 de janeiro de 2014, o “dia da saudade”, eu digo que ter um dia pra isso é ridículo. Se há saudade, há saudade 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. Não é preciso um dia pra te lembrar da saudade, das pessoas que você sente saudade.




28 de janeiro de 2014

I decided to be carefree and never feel jealous again. Working on that.

Dear Myself,

If I'm not writing here is because everything is fine. And, if it's not fine, I'm talking with somebody and making it fine.

So stop worring about write here. Get off the pc and live your life.

And if you are about to do something good-crazy, do it.

If you are about to do somehting not-that-good-crazy, stop and think.

If you are about to do something bad-crazy, don't do it and get back here to write.

I promise I will get back here and write about my new youtube channel and how it will be, and about my crush too. And also about my new school.

Everything is pretty fine now. Hopping to be like that for a while.

Cya, dear myself.

Send a kiss for my dear imaginary friend :)




23 de janeiro de 2014

Pela primeira vez na vida, serei eu a abandonar

Eu passei o último ano desejando uma maquina do tempo para voltar ao MSN.

Mas a P. está certa. A gente não pode voltar atrás, então por que viver no passado? Por que viver de lembranças? Ela só não sabia que com aquele discurso me afastaria também.

Eu passei o último ano desejando voltar a minha vida virtual. Mas agora, o que restou dessa vida está me fazendo mal. Então eu cheguei a conclusão que tenho que deixar isso de lado. Talvez não definitivamente, mas yup, pelo menos um pouco.

É necessário.

Eu não sei se vou causar dor. Quero acreditar que sim, que vou fazer falta. Mas, sinceramente, eu duvido muito disso. O ponto é: eu vou sofrer com isso?

Quando as minhas aulas começaram, portanto, eu vou deixar a internet um pouco de lado. Não, não a internet em si. Vou só conviver mais com pessoas de verdade. E depois do Pie's Day, vou deixar as pessoas que conheci online de standbay. Vou continuar com o instagram e o youtube, mas não tanto o whatsapp nem o facebook.

Invés de tentar trazer o Malfeito Feito de volta, eu vou enterra-lo no meu passado.

...

Mas até lá, só mais uma tentativa.



Morte, chegue logo e me tire desse mundo

Eu notei que sair de casa, conviver com pessoas reais, me deixa melhor. Me refugiar no meu mundinho virtual me quebra.

Eu sinto um vazio muito grande dentro do peito, às vezes. Como se ali costumasse ter algo e agora não tem mais. Por outras vezes, sinto que falta espaço dentro de mim. Uma dor nauseante, quase física, no coração. Um aperto que parece não ter fim. Uma dor que eu achei que tivesse parado há um tempo, mas que voltou agora.

É como se eu estivesse espremendo meus órgãos uns contra os outros para reduzir o espaço. O coração não consegue bater mais como antes. O estomago se reduz e não aguenta muita comida. Os pulmões não conseguem se estufar muito anymore. Tudo dificulta. Tudo dói.

Eu sinto falta de quem eu era aos 11, 12 anos. Ingenua. Sem saber o que era a realidade, o que isso me custaria, o que me esperava pela frente. Eu queria voltar àquela época, mas não posso. Minha amiga disse que essa é a graça na vida: não poder refazer suas escolhas.

Mas eu não tenho uma vida anymore. Eu não vivo mais. Meu corpo está aqui, mas minha alma já se foi.

Eu mantenho tantos pensamentos suicidas ultimamente... Me desafio a pensar se teria coragem de realmente me matar, de cortar minha pele, de me jogar na frente de um veiculo em movimento.

Quando estou com minhas amigas no shopping ou na rua, esses pensamentos me chegam e me deixam tão rápido que nem chego a considera-los. Mas quando estou em casa, só eu e minha mente, tudo é tão possível, capaz... eu poderia pegar uma faca na cozinha, me trancar no banheiro e cortar o meu pulso. Fácil. Rápido. Simples.

Então por que eu não o faço?

Tudo o que eu gostei de ser, quem eu era, a pessoa que eu gostava e queria ser, aquela garota que vivia no MSN, no mundo virtual dela e se divertia horrores, aquela que trocava o convívio social para ler um livro... Ela me abandonou. Ela me deixou com a dor e foi embora. Ela me faz sofrer. Ela morreu. E a dor dela ficou em mim. Tudo o que eu ainda tinha dela, lembranças, histórias, textos, poemas, tudo se apagou. Não resta nada, só dor.

Dor e dor e dor. Física, emocional, constate, infinita, dolorosa, chamativa, mórbida.

Não tenho vontade de fazer nada. Só deitar e ficar olhando pro teto. Pensando na dor. Pensando na morte. Desejando que ela chegue logo.

Eu já desejei, secretamente, milhares de vezes, ter câncer. Eu sei que é um desejo horrível, mas eu desejei. Quando a pessoa é doente, todos estão preparados para a morte súbita, todos esperam a morte com o coração pré-anestesiado, todos sabem o que vai acontecer e sabem que pode ser a qualquer momento. Quando a pessoa é saudável, todos sabem que ela vai morrer cedo ou tarde, mas todos esperam que seja tarde. Ninguém está preparado, nem pré-anestesiado, nem esperam que aconteça a qualquer momento. A dor é maior? Não sei, talvez. Talvez não. Talvez não faça diferença. Vai doer de qualquer maneira. Mas eu sou egoísta o suficiente para não pensar na dor dos outros, me concentrar na minha. Me concentrar em acabar com a minha dor.

Suicidas, me digam, o que acontece depois? A dor acaba? Diminui? Como é? Qual a sensação? Eu vou sentir o mesmo? Eu quero sentir o mesmo? Eu realmente quero saber? Me ajudem, me respondam.

O que acontece depois?











21 de janeiro de 2014

Eu lembro de quando você me fez prometer que todo dia olharia pro céu. Você ainda olha pro céu? Eu olho.

Emy,

Eu não consigo ver Sherlock sem identificar a gente. Você como o Holmes, o cérebro, a inteligente, o QI elevado, a logica, carefree. E eu como o Watson, ingenuo, romântico, sonhador, fazendo inumeras tempestades em copos d'agua, vivendo as sombras do melhor amigo.

No 1° episodio da 3° temporada, o Sherlock volta de uma morte farsada depois de dois anos fingindo que estava morto. Ele não entende porque o Watson ficou tão bravo, mas deixa que ele lhe bata. O Watson não entende porque o Sherlock acha que ele não deva ficar bravo, e quando a noiva dele rir e concorda com Holmes, ele diz "por que eu sou o único que está vendo as coisas como uma pessoal normal?".

O ponto é: eu não entendi porque a noiva dele riu, e fiquei com raiva do Sherlock por não entender que estava errado. Eu me senti no lugar do Watson. Sinceramente. Eu o compreendo.

Eles brigam e ficam sem se falar até que Watson é sequestrado. Mais ou menos no meio do episodio, Sherlock arrisca sua vida para salvar a de Watson. Ele podia ter morrido, ele nem precisava roubar uma moto e correr a 220 km/h por hora para ir atrás do amigo. Mas ele did. Porque eles são amigos. E eles dependem um do outro. Assim como a gente.

O John tava lá, o tempo todo no mesmo lugar. Ele não se mudou, ele arranjou uma namorada, um emprego, ele estava deprimido. O melhor amigo dele tinha morrido, vei! E aí BAM o melhor amigo dele não morreu! O melhor amigo dele esteve viajando pelo mundo durante dois anos inteiros sem dar a menor satisfação. Ele fingira que morrera. Suas pseudo ultima palavras foram para o John. "Goodbye, John" e #morto e aí #vivo e ele queria que o Watson o aceitasse de volta numa boa, sem questionar.

Eu achei que eles fossem se abraçar e chorar, achei que rolaria até um beijo gay. Mas quando o John pulou no pescoço de Sherlock no primeiro momento que o viu, eu entendi que ele estava certo. Eu reagiria da mesma forma.

Eu não sei porque tô dizendo isso, não consigo ver a serie sem comprar a nós duas.

Você é minha melhor amiga, Emy, você faz parte da minha família, eu faria qualquer coisa por você. Qualquer coisa. Só que eu sinto que não é mutuo. Eu sei que sim, bem no fundo eu sei, a minha mente sabe. Ou, pelo menos, ela quer acreditar piamente nisso, eu quero confiar nela, me agarro a esse pensamento com toda a garra como se minha vida dependesse disso. E acho até que depende.

Mas eu não sinto. Meu coração não consegue sentir, acreditar.

Ele... bem, eu. Eu preciso de uma prova.

Como o John precisou quase morrer para se dar conta que o amigo merecia oura chance. E mesmo que não merecesse, eles voltariam a ser amigos porque dependem um do outro.

Conversar com você não adianta, não é? Eu achei que tivéssemos nos entendido, que tivéssemos resolvido tudo e que íamos ficar bem agora. Mas eu puxo você um passo pra frente e você da dois pra trás.

Você é impossível. Tá bastante difícil lidar com isso agora.

Um dia você vai saber disso, porque eu vou te dizer, mas por enquanto, eu não posso arriscar te perder de novo. Então vou só fingir que está tudo bem.

20 de janeiro de 2014

Só por escrever mesmo

I'm happier because I suppose me and Emy are okay now.

We talked and we came back with the cute senteces and shit God escrevi sa porra toda errada

Oh well

Nós conversamos e sei lá, acho q falei o que tinha que falar e ela foi completamente honesta comigo e eu acho que agora as coisas tem uma chance de ficar bem. Ainda é kinda awkward, mas sei lá.

Vai ficar tudo bem.

Ela disse nunca será o igual ao que era antes, mas pelo menos a gente pode tentar fazer as coisas um pouco melhores do que estão agora. É estranho conversar com ela, sabe? Não é como se eu pudesse dizer qualquer coisa e tava de boa. É almost o oposto, tenho que medir todas as palavras.

Well, eu to com o coração crashado. Aquele garoto que já te contei, tá voltando de Londres amanhã e eu tô tãaaaao animada pra vê-lo que sei lá, mal posso esperar!

Também estou incontrolável para o Pie's Day (Dia da Torta)! Eu tô louca pra ver a reação da minha amiga e tô louca pra provar pra mim mesma que posso fazer a diferença na vida de alguém.

Eu quero mudar as pessoas.

É um projeto de 20014 que eu super quero cumprir.

Tô mais sociável também. Se me chamarem pra sair eu vou. Assim, na lata.

E bêbada. Esse ano eu quero beber bastante! É tão legal! A sensação é incrível! Mas não quero ficar bêbada, só quero beber uns copos de caipivodka numas festas legais com musica boa.

Tô cumprindo o blog também. YAAAAAAY isso é tipo meu auge! #Adorooooooooo

É tão bom escrever pra mim mesma. Acho que pela primeira vez na vida tô escrevendo sem querer que ninguém leia. Sem nenhum desejo secreto. Estou bastante orgulhosa de mim por isso.

Quero voltar a escrever histórias, mas não to conseguindo. Acostumei com o blog.

Oh well, cya, dear imaginary friend. Gotta eat ~sopra um beijinho~



18 de janeiro de 2014

I think I like him

Well, there's this boy...

I meet him on my friend's bday party in the middle of last year, and since there we talk by sms.

He had a girlfriend, but on his facebooks now there isn't "em um relacionamento serio" anymore. And he just keep talking to me and he is soooooooooooooo cute!

He's eyes are so beautiful I can't even! So so so green!

But he is not that beautiful, I can't lie. But he is so so so so so funny and I enjoy beeing with him so much!

He likes to read and he likes almost the sames books I do. He is a potterhead! He is just so fucking awesome I can't even

He traveled to London and he sent me a sms saying he bought something for me. I went to the medness!

I want to marry him!

16 de janeiro de 2014

#confissões

Antes de viajar, tudo o que eu queria era que tivesse internet no hotel.

Depois que eu cheguei lá e tinha internet eu desejei que não tivesse.

Eu desejei não ter não ter internet durante essa viajem porque eu e a Emy nos despedimos tão carinhosamente...!  E a volta seria a mesma coisa. Feliz, cheia de coraçõezinhos laranjas pelo ar.

E, ao contrario, lá, tudo correu de mal a pior. E a volta não teve nada de especial. Não da parte dela, pelo menos.

Eu vou priorizar as meninas da escola agora. Vou ligar pras antigas amigas e dizer que sinto saudades. Vou recuperar e aprimorar outras amizades porque a da Emy está praticamente perdida.

The thing is: eu passei da fase dos ciumes. Infelizmente.

Quando se está com ciumes, você simplesmente tem medo do que possa acontecer se aquela terceira pessoa chegar mais perto. Você tem medo de perder, de ser substituída.

Eu não estou com ciúmes. O que eu sinto não pode ser classificado como ciúmes porque eu já fui substituída.

Quinze de janeiro de dois mil e quartoze

We won’t get things ready in time
You can’t make up your mind
I don’t feel like I need to apologize
I am not sorry

I said you broke my heart
You said I was the wrong
I went away
And you said that I couldn’t come back
But you didn’t understand
I don’t want to come back

Cause everything is wrong lately
and everything will be wrong forever
and this time, my love
I think it’s really goodbye.

The pain is back
And I need to hold it alone
You cannot help me, save me
You don’t want to save me, help me

So go
Go back to the other
And let me completely alone
Heart broken
I don’t want you back in my arms
I don’t want more pain

you said that I couldn’t come back
But you didn’t understand
I don’t want to come back

Cause everything is wrong lately
and everything will be wrong forever
and this time, my love
I think it’s really goodbye.

Cause everything is wrong lately
and everything will be wrong forever
and this time, my love
I think it’s really goodbye.

I think it’s really goodbye
I think it’s really goodbye
I think it’s really goodbye

It’s really goodbye

I don't want to talk about it with Emy

I don't miss her anymore while she is at school and I am at home alone. I just invent other things to do. That's horrible. Because I used to miss her a lot. But now I don't.

I don't. And this is scarying me. It's weird. Very weird.

She is there and I am here and it's totally okay. I'm not like "oh I whish she was here" NO I don't wish she was here, I don't even think about her while we are not talking, I started to thing and daydream about a life in London without her. You know how sad it is, dear imaginary friend? It's really really really sad.

I feel like our relantionship (i wrote it wrong iedk) is over and we don't want to accept that, know that, deal with that. I really don't want to. I prefer to pretend everything has still a chance to be alright, to get ready.

But I'm afraid it hasn't. And I'm really scary about it.

I don't want it to over. I love her. And I want to be her friend, I want her to be my best friend. But she doens't seems like my best friend anymore, and I feel like I'm just another friend of hers.  I'm really upset about this feelings.

I won't do nothing, tho. I'll just let it be. I'm hopping get this time apart maybe will get us togheter latter. Maybe a time apart will make me miss her.

I miss missing her.

I miss ours daydreams. I miss when I was the most important thing in her life and she loved me and she showed me she loved me all the time.

I doub about her love for me once, some moths ago. Because she never gave me a gift called a gif. But now I see she showed her love ever single day. I miss that time. I miss it so much.

I have a feeling that there are unfinished subjects between us, but I can't pull this kind of subject anymore because it's awkward and boring.

I guess we wouldn't talk for a couple of days but, at the same time, I feel like she needs me. And I cannot go away when she needs me. I'm her friend and I live for her. So when she needs me I have to be there and help. Even if the problem it's exactly what pushed us that apart.

I do hate her crush for make everything be like it is now.

I hate her for let it went like it is now.

We talked and I suppose we should move on, but I can't stop feeling this way. And I hate myself for this.

We barely talk. I don't know how to live this away. I know how to live when everything it's alright. I know what to do when everything is wrong to make it become alright. But I don't know the midium.

She just sended a message telling me she is happy as fuck. I should be happy about her happines. But this happiness does not includes me. And it makes me sadmore.

This happiness is just about her crush. I don't matter anymore.

~Sigh~

I lost it. I'm crying now.

And the thing witch most irritates me it's that even when she is alright without me, I can't be alright without her. Even when she is fine with someone else to keep her safe, I can't leave her.

I don't miss her when she is offline. But when she is online I can only wish she'd closer.

I'm saddier now.


6 de janeiro de 2014

Achei um texto antigo meu perdido por aí e se aplica perfeitamente agora

"Às vezes, a gente só quer um braço, um carinho, palavras de conforto, ser mimado um pouquinho. Porque, às vezes, a gente só está triste, sem nenhum motivo especial. Às vezes, a gente sente que não pertence a esse mundo e se sente excluída. Às vezes, a gente sente que quer ficar sozinha, quando na verdade tudo o que queremos é atenção." 

-Melissa Luz (aka me)

Love the way tumblr always discribes me

"Tô com preguiça de existir." 

Catarina Coutinho. (via adesejar)


(Fonte: princesa-p-ervertida, via h-is)

E a motivação para fazer 2014 ser diferente?

Eu tenho net em Caldas Novas e tive em Brasilia então actually, tive net always e talkei com a Emy everyday e eu keep talking e eu escrevi algumas coisas a mão porque meu pai monopolizou meu notebook e eu pensei em vir e postar tudo agora, mas sabe, acho que não.

Eu escrevo pra me libertar desses sentimentos. Esse blog serve pra isso. Mas a partir do momento que já escrevi e já conclui esse objetivo seja lá aonde, não preciso copiar e postar aqui, preciso? Ninguém vai ler, não é pra isso que tenho escrito. Então não vou reescrever tudo isso aqui.

Só vou reproduzir aqui duas coisas que acho que tem que ser eternizadas:

Em 2014 meu desafio é: Gostar da vida.

"We are our owns dementors" - Daniel QqrCoisa, eu odeio esse garoto, mas essa frase foi fepes BAM

E, só pra enfatizar que isso não é draminha: eu (sinto que) estou completamente sozinha a deriva.